Amendoal no Alentejo não é nada de novo,
a novidade é ser regado e rentável
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António Parreira é presidente da Associação de Beneficiários do Roxo, mas antes disso é agricultor e, como muitos dos seus colegas de profissão tem sentido necessidade de alterar as suas produções. Começou nos anos 80, com as culturas tradicionais de sequeiro praticadas no Alentejo, mas de lá para cá muita coisa mudou. Hoje trabalha essencialmente com regadio, onde está a investir em culturas plurianuais, designadamente olival e amendoal. Foi esta experiência que esteve na base desta entrevista.